pretending life is sweet

porque hoje é sábado

Antes o sábado que o deprimente domingo ou a atarefada segunda. Há as manhãs de sábado que são plácidas e refrescantes. Há os almoços mais longos de sábado e os jornais mais volumosos aos sábados. Há as noite de sábado à noite, com ressonâncias juvenis quase míticas. Há um ócio de sábado que permite valorizar o estilo de vida. O lado bom da vida.

Confesso que não acredito verdadeiramente na felicidade, mas acredito em momentos de felicidade. A felicidade absurda de acordarmos bem-dispostos. O vento no cabelo. Uma comédia romântica. As montras. Os transeuntes. Um café com natas. Se Deus está nos detalhes, a felicidade também. E o sábado é um dia de detalhes. Sobretudo para os que gozam do sábado, coisa que não é universal nem ancestral.

Mergulhemos então no sábado como uma piscina pouco funda que nos deixa embaroçosamente acima da água. E brinquemos com isso. Se no sábado olhamos com desamparo ou bonomia para a semana, usemos esse sétimo dia para relativizar. Já que tanto se ataca o «relativismo», deixemos ao sábado a suja tarefa do relativismo. Nada é tão grave e definitivo ao sábado. Eis as instruções: nada de melancolia. É preciso encontrar o oposto desse sentimento. Se o melancólico é aquele que tem uma obsessão com o tempo e com a passagem do tempo, então façamos o contrário. O contrário é talvez gostar de ver o tempo avançar, como quem gosta de ver o trânsito lento das nuvens ou o crepitar das chamas numa salamandra. É trautear «Always look on the bright side of life» mesmo quando se está muito, muito triste. É fingir que é sábado quando é segunda-feira.

Entro então no espírito do sábado: nada de melancolia.
Mesmo que o produto proibido circule muitas vezes em contrabando.


Pedro Mexia, Nada de Melancolia

do I look as if I live on memories?



Le Jour Se Lève, Marcel Carné, 1939

mera falsidade

Os seres humanos pensam conhecer os seus congéneres pelas palavras que estes emitem, pelas suas opiniões; pelo aspecto do outro; pelas suas acções. Todas estas aparências são mera falsidade. Homens e mulheres mentem por meio de palavras, acções e aparências. Fingem, estão sempre a fingir. Fingem inclusivamente perante si próprios. Fingem perante os seus pais e os seus irmãos. Fingem perante os seus filhos e as suas amantes. Mentem e mentem a si próprios a toda a hora.


Lázaro Covadlo, Criaturas da Noite

a angústia

Mas a angústia é património da espécie humana. A angústia ante a perspectiva de desaparecer do olhar dos outros e do próprio olhar ante o espelho. Angústia ante a possibilidade de que desapareçam os objectos vivos ou inertes que mais desejamos olhar.


Lázaro Covadlo, Criaturas da Noite

o habitual arrependimento

Mas estava demasiado frio para atrever-se a sair dos lençóis aquecidos pelo calor do próprio corpo; era melhor continuar deitado e deixar que a recordação da felicidade perdida continuasse acariciando os sonhos. Sim, adormecer acompanhado pelo habitual arrependimento e pelo eco da insólita voz.


Lázaro Covadlo, Criaturas da Noite

o que eu preciso é de um cocker-spaniel ou coisa assim

Mary Jane estendeu-lhe um maço de cigarros, dizendo: «Oh, estou morta por a ver. Com quem é que ela é parecida, agora?»
Eloise acendeu um fósforo. «Com o Akim Tamiroff.»
– Não, a sério.
– Com o Lew. É parecida com o Lew. Quando a mãe dele vem cá, parece que são trigémeos. – Sem se sentar, Eloise esticou-se para chegar a uma pilha de cinzeiros na outra ponta da mesa baixa. Conseguiu pegar no de cima e pô-lo sobre a barriga. – O que eu preciso é de um cocker-spaniel ou coisa assim – disse ela. – Alguém que se pareça comigo.


J. D. Salinger, Nove Histórias

ah, para ser perfeitamente, absolutamente sincera!

29/07/48

... E o que significa ser-se jovem em idade e ficar subitamente desperta para a angústia e para a urgência da vida?

É ser-se um dia alcançada pelas reverberações daqueles que não seguem, tropeçando para fora da selva e para cair num abismo:

É, então, ser cega aos defeitos dos rebeldes, é ansiar com dor, completamente, por todos os opostos da existência da infância. É impetuosidade, entusiasmo selvagem, imediatamente submergido num dilúvio autodepreciativo. É a cruel consciência da nossa própria presunção...

É humilhação em cada palavra em falso, noites em branco passadas a ensaiar a conversa de amanhã e a torturarmo-nos pelas de ontem... uma cabeça baixa segura entre as mãos... é «meu deus, meu deus»... (em minúsculas, é claro, porque não há deus nenhum).

É retracção de sentimentos em relação à família e a todos os ídolos da infância... é mentir... e ressentimento, e depois ódio...

É o surgimento do cinismo, um esquadrinhar de todos os pensamentos, de todas as palavras, de todas as acções. («Ah, para ser perfeitamente, absolutamente sincera!»)
É um amargo e avassalador questionar de motivos...


Susan Sontag, Renascer

everything that burns and flays and tears

GARCIN: Open the door! Open, blast you! I'll endure anything, your red-hot tongs and molten lead, your racks and prongs and garrotes – all your fiendish gadgets, everything that burns and flays and tears – I'll put up with any torture you impose. Anything, anything would be better than this agony of mind, this creeping pain that gnaws and fumbles and caresses one and never hurts quite enough. [He grips the door-knob and rattles it.] Now will you open? [The door flies open with a jerk, and he just avoids falling.] Ah! [A long silence.]


Jean-Paul Sartre, No Exit

um redil maior

Naquele tempo imaginávamo-nos fechados numa espécie de redil, à espera que nos soltassem para a vida. E, quando o momento chegasse, as nossas vidas - e o próprio tempo - acelerariam. Como podíamos saber que, de qualquer modo, as nossas vidas já haviam começado, que já levávamos vantagem, que algum dano já fora infligido? E também que a nossa libertação seria simplesmente para um redil maior, cujas fronteiras eram no início indiscerníveis.


Julian Barnes, O Sentido do Fim

uma coisa suave e prática

Quando somos novos - quando eu era novo - queremos que as nossas emoções sejam como as que conhecemos de ler nos livros. Queremos que nos virem a vida do avesso, que criem e definam uma nova realidade. Mais tarde, penso eu, queremos que façam uma coisa mais suave, uma coisa mais prática: queremos que amparem a nossa vida como ela é e como passou a ser. Queremos que nos digam que as coisas estão bem. E há nisso algum mal?


Julian Barnes, O Sentido do Fim

a nossa tragédia

O carácter revela-se com o tempo? Nos romances, é claro que sim: se não não havia muita história. Mas na vida? Às vezes fico a pensar. As nossas atitudes e opiniões mudam, desenvolvemos hábitos e excentricidades; mas isso é uma coisa diferente, é mais como a decoração. Talvez o carácter se assemelhe à inteligência, mas o carácter desponta um pouco mais tarde: entre os vinte e os trinta, digamos. E depois ficamos presos ao que temos. Ficamos por nossa conta. Se é assim, isso explica uma data de vidas, não explica? E também a nossa tragédia. Se a palavra não é muito grandiosa.


Julian Barnes, O Sentido do Fim

a nostalgia

Tenho sim ponderado a questão da nostalgia e se sofro disso. Não fico com certeza em pranto ao lembrar uma bagatela de infância; nem quero enganar-me sentimentalmente sobre uma coisa que, na altura, nem era verdadeira - o amor tradicional, e coisas dessas. Mas se nostalgia significa recordar intensamente emoções fortes - e mágoa por tais sentimentos já não estarem presentes na nossa vida - então confesso-me culpado.


Julian Barnes, O Sentido do Fim

poemário daqui

A. M. Pires Cabral Abel Neves Adília Lopes Adolfo Casais Monteiro Agustina Bessa-Luís Al Berto Albano Martins Alberto Pimenta Alexandra Malheiro Alexandre Nave Alexandre O'Neill Alice Turvo Alice Vieira Almada Negreiros Ana C. Ana Caeiro Ana Cristina César Ana Duarte Ana Hatherly Ana Luísa Amaral Ana Marques Gastão Ana Paula Inácio Ana Salomé Ana Tinoco André Tomé Andreia C. Faria Angélica Freitas Ângelo de Lima Aníbal Fernandes António Botto António Dacosta António Franco Alexandre António Gancho António Gedeão António Gregório António José Forte António Manuel Pires Cabral António Maria Lisboa António Mega Ferreira António Osório António Pedro António Quadros Ferro António Ramos Pereira António Ramos Rosa António Rebordão Navarro António Reis António S. Ribeiro Armando Baptista-Bastos Armando Silva Carvalho Artur do Cruzeiro Seixas Bénédicte Houart Bruno Béu Bruno Sousa Villar Camilo Castelo Branco Carlos Alberto Machado Carlos de Oliveira Carlos Eurico da Costa Carlos Mota de Oliveira Carlos Soares Casimiro de Brito Catarina Nunes de Almeida Cesário Verde Cláudia R. Sampaio Cruzeiro Seixas Daniel Faria Daniel Filipe David Mourão-Ferreira David Teles Pereira Delfim Lopes Dulce Maria Cardoso Eastwood da Silva Egito Gonçalves Ernesto Sampaio Eugénio de Andrade Eugénio Lisboa Fernando Assis Pacheco Fernando Esteves Pinto Fernando Lemos Fernando Pessoa Fernando Pinto do Amaral Fiama Hasse Pais Brandão Filipa Leal Filipe Homem Fonseca Florbela Espanca Frederico Pedreira gil t. sousa Golgona Anghel Gonçalo M. Tavares Helder Moura Pereira Helena Carvalho Helga Moreira Hélia Correia Henrique Manuel Bento Fialho Henrique Risques Pereira Herberto Hélder Inês Dias Inês Fonseca Santos Inês Lourenço Isabel Meyrelles Joana Serrado João Almeida João Bénard da Costa João Cabral de Melo Neto João Camilo João Damasceno João Ferreira Oliveira João Habitualmente João Luís Barreto Guimarães João Manuel Ribeiro João Pacheco João Pereira Coutinho João Rodrigues João Vasco Coelho Joaquim Manuel Magalhães Joaquim Pessoa Jorge de Sena Jorge Gomes Miranda Jorge Melícias Jorge Roque Jorge Sousa Braga José Agostinho Baptista José Alberto Oliveira José Amaro Dionísio José António Franco José Cardoso Pires José Carlos Barros José Carlos Soares José Efe José Gomes Ferreira José Manuel de Vasconcelos José Mário Silva José Miguel Silva José Ricardo Nunes José Rui Teixeira José Saramago José Sebag José Tolentino Mendonça Judith Teixeira Leitão de Barros Luís Miguel Nava Luís Quintais Luiza Neto Jorge Mafalda Gomes Manuel A. Domingos Manuel António Pina Manuel Cintra Manuel da Silva Ramos Manuel de Castro Manuel de Freitas Manuel Fúria Manuel Gusmão Marcelino Vespeira Margarida Vale de Gato Maria Ângela Alvim Maria Azenha Maria do Rosário Pedreira Maria Gabriela Llansol Maria João Lopes Fernandes Maria Judite de Carvalho Maria Keil Maria Sousa Maria Teresa Horta Maria Velho da Costa Mário Cesariny Mário Contumélias Mário de Sá-Carneiro Mário Quintana Mário Rui de Oliveira Mário-Henrique Leiria Marta Chaves Matilde Campilho Miguel Cardoso Miguel Martins Miguel Sousa Tavares Miguel Torga Miguel-Manso Nuno Araújo Nuno Bragança Nuno Júdice Nuno Moura Nuno Ramos Nuno Travanca Paulo José Miranda Pedro Jordão Pedro Mexia Pedro Oom Pedro Santo Tirso Pedro Sena-Lino Pedro Tamen Piedade Araujo Sol Raquel Nobre Guerra Raul de Carvalho Regina Guimarães Reinaldo Ferreira Renata Correia Botelho Ricardo Adolfo Rosa Alice Branco Rui Almeida Rui Baião Rui Caeiro Rui Cóias Rui Costa Rui Knopfli Rui Manuel Amaral Rui Nunes Rui Pedro Gonçalves Rui Pires Cabral Rute Mota Ruy Belo Ruy Cinatti Ruy Ventura Samuel Úria Sandra Costa Sebastião Alba Sílvio Mendes Soares de Passos Sofia Crespo Sofia Leal Sophia de Mello Breyner Andresen Teixeira de Pascoaes Teresa Balté Tiago Gomes valter hugo mãe Vasco Gato Vasco Graça Moura Vítor Nogueira Yvette K. Centeno

poemário dali

A. E. Housman Abbas Kiarostami Abel Feu Adelaide Ivánova Adélia Prado Adrienne Rich Agota Kristof Al Purdy Alberto Tugues Alda Merini Aldous Huxley Alejandra Pizarnik Alejandro Jodorowsky Alexander Demidov Alice Walker Amalia Bautista Amiri Baraka Amy Lowell Amy M. Homes Ana Merino André Breton Angela Carter Anis Mojgani Anna Akhmatova Anna Kamienska Anne Carson Anne Perrier Anne Sexton Antonia Pozzi Antonin Artaud Antonio Gamoneda Antonio Orihuela Antonio Pérez Morte Antonio Sáez Delgado Arnold Lobel Arseny Tarkovsky Arthur Rimbaud Benjamín Prado Bernard-Marie Koltès Boris Vian Brett Elizabeth Jenkins Brian Andreas Carl Sandburg Carlos Drummond de Andrade Carlos Edmundo de Ory Carlos Marzal Carmen Gloria Berríos Carol Ann Duffy Cecília Meireles Cesare Pavese Charles Baudelaire Charles Bukowski Charles Dana Gibson Charles M. Schulz Chen Bolan Clarice Lispector Constantino Cavafy Czesław Miłosz Damien Sevhac Daniel Francoy Daniel Pennac Daphne Gottlieb David Bowie David Lagmanovich David Lehman Delia Brown Delmore Schwarts Derek Walcott Derrick Brown Diamanda Galás Diane Ackerman Djuna Barnes Don Herold Dorianne Laux Dorothea Lasky Dorothy Parker Douglas Huebler Dylan Thomas E. E. Cummings E. M. Cioran Edgar Allan Poe Edna O'Brien Eduarda Chiote Eeva-Liisa Manner Egito Gonçalves Eleanor Farjeon Elie Wiesel Elis Regina Elizabeth Bishop Elizabeth Ross Taylor Else Lasker-Schuler Emily Dickinson Emily Kagan Trenchard Erin Dorsey Fabiano Calixto Federico Díaz-Granados Federico García Lorca Félix Grande Fernando Arrabal Fernando Caio de Abreu Fernando Gandra Ferreira Gular Forough Farrokhzad Frank O'Hara Frederico Pedreira G. K. Chesterton Gabriel Celaya Georges Bataille Gerrit Komrij Giovanny Gómez Glória Gervitz Gottfried Benn Günter Kunert Gustavo Ortiz H. P. Lovecraft Hal Sirowitz Hans-Ulrich Treichel Harold Pinter Harvey Shapiro Heinrich Heine Helen Mort Henry Rollins Hermann Hesse Hilda Hilst Hilde Domin Hoa Nguyen Hugh Mackay Hugo von Hofmannsthal Hugo Williams Ingeborg Bachmann Isabel Meyrelles Isabelle McNeill J. R. R. Tolkien Jack Kerouac Jacques Lacan Jacques Prévert James L. White James Rogers James Tate Janet Frame Jean Baudrillard Jean Day Jeanette Winterson Jenny Joseph Jenny Schecter Jesús Llorente Joan Julier Buck Joan Margarit Jodi Picoult Johann Wolfgang Goethe John Ashbery John Giorno John Keats John Mateer John Updike Jonathan Littell Jonathan Safran Foer Jonathan Swift Jorge Amado Jorge Luis Borges José Eduardo Agualusa José Gardeazabal José Mateos Joseph Brodsky Joseph Cervavolo József Attila Juan José Millás Juan Ramón Jimenez Judith Herzberg Junko Takahashi Katerina Angheláki-Rooke Kendra Grant Kenneth Traynor Kosntandinos Kavafis Kristina H. Langston Hughes Larissa Szporluk Lauren Mendinueta Laurie Anderson Lawrence Ferlinghetti Lêdo Ivo Leila Miccolis Leonard Cohen Leonardo Chioda Leonardo Da Vinci Leopoldo María Panero Lewis Carroll Lígia Reyes Lord Byron Lou Andreas-Salomé Lou Reed Louis Aragon Louis Buisseret Lourdes Espínola Lucía Estrada Luis Alberto de Cuenca Malcolm Lowry Manoel de Barros Manuel Arana Marco Mackaaij Margaret Atwood María Sánchez Mariano Peyrou Marin Sorescu Martha Carolina Dávila Martin Amis Mary Elizabeth Frye Mary Jo Salter Mary Oliver Mary Ruefle Medlar Lucan & Durian Gray Mia Couto Michael Drayton Michel Houellebecq Miguel de Cervantes Miriam Reyes Mitch Albom Morgan Parker Muriel Rukeyser Natsume Soseki Neil Gaiman Nichita Stanescu Nicole Blackman Octavio Paz Olga Orozco Osho Otávio Campos Pablo García Casado Pablo Neruda Pat Boran Patricia Beer Patti Smith Paul Eluard Paul Éluard Paul Géraldy Paul Theroux Paulo Leminski Pentti Saaritsa Per Aage Brandt Pere Gimferrer Philip Larkin Philip Roth Pia Tafdrup Pierre Reverdy Piotr Sommer Rafael Alberti Rainer Maria Rilke Ramón Gómez de la Serna Raymond Carver Raymond Queneau Reiner Kunze Richard Brautigan Richard Burton Robert Creeley Robert Frost Roberto Fernández Retamar Roberto Juarroz Roger Wolfe Rosemarie Urquico Rubens Borba de Moraes Rudyard Kipling Russell Edson Ruth Stone Salman Rushdie Sam Shepard Samuel Beckett Sandro Penna Santiago Nazarian Serge Gainsbourg Sharon Olds Shel Silverstein Silvia Chueire Silvia Ugidos Simone de Beauvoir Somerset Maugham Stephen Crane Stephen Wright Steve Mccaffery Stevie Smith Stuart Dischell Sue Goyette Susana Cabuchi Sylvia Plath T. S. Eliot Tanya Davis Tati Bernard Tatianna Rei Moonshadow Tennessee Williams Tilly Strauss Tom Baker Tom Waits Ulla Hahn Valentine de Saint-Point Vincenzo Cardarelli Vinicius de Moraes Vladimir Nabokov W. H. Auden Warsan Shire William Blake William Butler Yeats William Carlos Williams William Shakespeare Winnie Meisler Winona Baker Wislawa Szymborska Yehuda Amichai Yohji Yamamoto Yoko Ono Yorgos Seferis Zee Avi

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